A morte do “eu” é o início da vida

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A zona de conforto pode até ser sedutora, irresistível, mais prática. Pode ser definida como a nossa tendência a fazer o que é fácil, cômodo e conhecido, bom pra gente, sem intenção de interromper nossas manias e fazer o que é prazeroso pra nós ou até mesmo o que nos impede de começar algo novo porque talvez possa dar errado.

Na verdade, para o cristão isso só traz o comodismo e essa deve ser uma característica que o que crente em Cristo não pode ter. O evangelho nos remete ao sacrifício, isso mesmo! É renunciar nossa vontade, nossos gostos, nosso “eu”. Afinal é muito fácil comer lasanha se esse é o seu prato favorito, é fácil amar um irmão que sempre fala o que você gosta de ouvir.

Quando decidimos ser parte de Cristo é importante que se quebre todos os nossos desejos, é preciso morrer para nós mesmos, isso nos serve para experimentar o novo que Deus tem pra nossas vidas. Essa escolha nos permite sentir um renovo e isso nos torna cada vez mais preparados.

Deus disse: Se alguém quer vir após Mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz, dia após dia, e siga-Me (Lc 9, 23). Existe um preço a ser pago, nossas vontades devem ser esquecidas para deixarmos ser usados onde Deus quer nos usar, até mesmo onde muitas vezes não queremos ser usados. Sim, isso é fazer aquilo que você não curte muito fazer, é romper a média das suas limitações, Deus quem nos capacita e ele vai te levantar onde Ele quiser, você só precisa negar suas vontades e dizer: sim!

A zona de conforto só nos traz preguiça, medo, soberba, cegueira, desperdiço do próprio talento… Deixa Deus te usar do jeito que Ele quer e você verá o sobrenatural acontecer através da sua vida.

Por Jekiston Andrade

Redação NotíciasDT & MC

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