Deputado Jean Wyllys ofende e declara guerra aos cristãos

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O Jornal do Brasil publicou, neste domingo, 10 de abril de 2011, uma matéria na seção JB Wiki, em que acusa o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) de “declarar guerra aos cristãos e promover censura na internet” ao perfil @crfvendramini, no micro-blog Twitter, o que requer retratação.

Nessa seção JB Wiki, os clientes cadastrados (nesse caso, Jefferson Nóbrega) enviam matérias que passam pela aprovação do veículo antes de sua publicação, chamada mediação. É de admirar que um respeitado veículo de comunicação, que permaneceu no mercado em jornal impresso por décadas, replique uma notícia injuriosa, difamatória e irresponsável, como a notícia enviada pelo pseudo-repórter Jefferson Nóbrega, de Brasília, DF, e não faça a mediação responsável e publique essas injúrias e difamações, incorrendo inclusive no mesmo erro.

Essa notícia injuriosa e difamatória foi publicada pela primeira vez em um site religioso em retaliação as primeiras ações do deputado Jean Wyllys no Congresso Nacional.

O deputado Jean Wyllys, abre espaço constante de diálogo com seus seguidores em mídias alternativas, sempre na defesa da liberdade de expressão, mesmo que aqueles com quem interage, não sejam apoiadores de suas ações.

Palavras usadas indiscriminada e irresponsavelmente têm consequências e quem as divulgam precisam ser responsabilizados, reiterando que, se o perfil em questão foi retirado do ar, o foi feito por decisão completamente alheia a ações do deputado. Portanto, aos que o acusam de censura devem provar.

É mentirosa também a afirmação de que o deputado declarou guerra aos cristãos. Wyllys tem uma história de envolvimento com trabalhos em favor da justiça social, de uma educação para a cidadania e para a valorização da vida, em favor das liberdades civis e que remonta à sua adolescência quando pertencia às pastorais da Juventude Estudantil e da Juventude do Meio Popular, atuando nas comunidades eclesiais de base da Igreja Católica.

O deputado continuará sua luta pelos direitos humanos, liberdade de expressão, justiça social e laicidade do Estado, levando a sério sua responsabilidade como porta-voz de milhões de brasileiros que não têm e não tiveram direito de resposta ou de defesa.

É inconcebível que setores da imprensa sejam via de acesso de tais infames tentativas de destruição da imagem do deputado Jean Wyllys.

TEXTO INSERIDO PELO WIKIREPÓRTER JEFFERSON NÓBREGA, DE BRASÍLIA.

Uma das primeiras vítimas da campanha censória de combate ao cristianismo deflagrada por Jean Wyllys (PSOL/RJ) foi o usuário Carlos Vendramini, @crfvendramini

Deputado ex-BBB quer calar toda oposição aos projetos que defende. Deputado gay Jean Wyllys declara guerra aos cristãos e promove censura na internet

O recém-eleito deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), homossexual militante que conseguiu alguma notoriedade participando do programa Big Brother Brasil da Rede Globo, lançou, na semana passada, uma campanha de combate ao cristianismo.

Em sua página do Twitter, Jean publicou várias mensagens dizendo que cristãos são doentes, homofóbicos, preconceituosos, violentos, ignorantes e fanáticos, e que ele se dedicará ainda mais a eliminar a influência do cristianismo na sociedade. O deputado enfatizou que seu mandato tem como foco a defesa dos interesses da militância gay e o combate a seus “inimigos”.

O deputado, que é membro da Frente Parlamentar LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e travestis) no Congresso Nacional, aproveitou para convocar seus seguidores para se juntar a ele em sua guerra particular. Jean obteve respostas diversas: angariou o apoio previsível de seus seguidores militantes da causa gay, e provocou a reação de inúmeros outros usuários da rede social, indignados com as ofensas do parlamentar aos cristãos e com seus ataques à liberdade de expressão, religião e comunicação.

Jean promove uma campanha de censura a usuários do Twitter que são contrários às idéias que ele defende, como o “casamento” homossexual, as cartilhas de suposto combate à “homofobia” do MEC (mais conhecidas como Kit Gay) e o PLC 122/2006 (lei da mordaça gay), projeto de lei que pretende transformar em crime qualquer crítica ou oposição ao comportamento homossexual ou às pretensões do lobby gay.

Uma das primeiras vítimas da campanha censória de combate ao cristianismo deflagrada por Jean Wyllys foi o usuário Carlos Vendramini.

Valendo-se do direito que qualquer cidadão possui em uma democracia, Vendramini fez, no Twitter, críticas ao Kit Gay, ao PLC 122/06 e a outros projetos dos militantes gays e aos parlamentares que os apóiam, como Jean Wyllis, Marta Suplicy e Cristovam Buarque, dentre outros. Incomodado com as críticas, o deputado disse, em seu blog, que estava acionando advogados da Frente LGBT para censurar o perfil de Vendramini, que Jean imagina ser “membro fundamentalista de uma parcela conservadora da direita católica em São Paulo” (sic) e estar praticando “perseguição” a ele.

O perfil de Vendramini no Twitter, @crfvendramini, foi censurado na quinta-feira, 17/03/2011. Também sua página no Facebook foi eliminada, sem nenhuma justificativa, havendo a possibilidade de ter sido hackeada.

A censura imposta por Jean Wyllys a Carlos Vendramini provocou inúmeras reações no Twitter na sexta-feira, a maioria delas de repúdio à ação do deputado e em apoio ao usuário que teve seu perfil eliminado.

Alguns participantes do Twitter tentaram entrar em contato com Carlos Vendramini por e-mail, mas não obtiveram resposta, e se mostram preocupados com o que mais pode ter acontecido, já que ele vinha recebendo ameaças de ativistas gays que diziam estar “de olho” nele e em outros usuários que criticam os projetos e exigências da militância homossexual.

Fonte: Jornal Brasil

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