Em comemoração dos 50 anos de vida, Helena Tannure apresenta espetáculo no Cine Teatro Brasil Vallourec

Em ação de graças por tudo aquilo que Deus fez em sua vida, Helena Tannure apresentará um espetáculo comemorativo chamado “1968 – O ano que não terminou”, no próximo dia 27 de junho, às 20h, no Cine Teatro Brasil Vallourec (Av. Amazonas, 315, Centro – BH/MG), no coração da arte em Belo Horizonte. Para abençoar mulheres em tratamento de câncer, os convites serão trocados por itens de higiene pessoal (hidratante, fralda geriátrica, protetor solar fator 50, absorvente, pasta de dente, sabonete…) e também lenços para enfeitar a cabeça dessas mulheres valentes. As doações para troca de convites poderão ser feitas no Ministério Elas (Rua Beberibe, 133, São Cristóvão – BH/MG). Faça a sua troca o quanto antes, garanta o seu convite e participe desse movimento de amor!

Nesse espetáculo, por meio de canções, Helena contará a sua história e como ela foi marcada por Deus. “Eu desejo expressar os meus motivos de gratidão cantando. Estou vencendo um desafio porque tem muitos anos que eu não canto mais. A prioridade da minha voz hoje é pra falar daquilo que Deus faz em nós. E estou tendo que reaprender a cantar, respirar, mas isso é o menos importante. Porque não se trata da importância da minha performance, mas se trata de comunicar, contar uma história e glorificar a Deus cantando”, conta.

A autoria de todas as canções do espetáculo “1968 – O ano que não terminou” é do amigo, músico e compositor Atilado Muradas. “O Atilano tem o dom de falar das dores da infância com delicadeza. Foi isso que ele fez, e com isso queremos dizer que, não importa o que tenha acontecido com você, sempre tem um recomeço, uma reconstrução, e Deus pode usar o lugar da sua dor para fazer o seu triunfo”, enfatiza. “Espero que esse jeito de celebrar os meus 50 anos faça as pessoas se lembrarem que existe um Deus que muda tudo, muda todas as coisas e que faz a vida ganhar significado.”

Os próximos 50: “Nos próximos anos que eu ainda tiver pra viver – não sei se vão ser mais 50 -, não quero perder tempo. Provavelmente mais da metade da minha vida terrena já foi. E eu não quero mais perder tempo com coisas que não levam a nada. Ressentimento, rancor, saudosismo sem função, como aquele que faz a gente pensar: ‘Quando eu era jovem que era bom’. Eu não quero nutrir esse tipo de sentimento. Eu quero viver da melhor maneira possível o que me resta pra viver, valorizando as coisas mais simples da vida, que são as que realmente têm significado. Estou em um momento de transição nesses 50 anos, de ressignificação”, diz Tannure.

:: Comunicação Ministério Helena Tannure | Adaptação Lagoinha.com

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