Submissão: “Por que é tão difícil obedecer?”

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A psicanalista Ima Cunha esclarece o assunto e reafirma a importância de se submeter ao marido
As pastoras Ana Paula Valadão e Priscila Guerra foram as responsáveis por dar as boas-vindas as congressistas na segunda noite(29) do Congresso Mulheres Diante do Trono. Depois de uma manhã cheia da presença de Deus com a ministração da preletora Devi Titus, a noite reservou uma variedade de surpresas. O louvor a Deus foi entoado com as músicas “Mulher Virtuosa”, “Anseio por mais de Ti” entre outras.
A canção “Mais eu te busco” do CD “Deus Reina” da Gateway gravado pelo Diante do Trono neste mês abriu espaço para um momento maravilhoso do fluir do Espírito Santo. A cantora Rachel Malafaia deu sequencia a adoração com uma de suas canções que diz: “Poderoso Ele é para fazer muito mais, infinitamente mais”.
Por que é tão difícil obedecer?
O bate papo, liderado pela apresentadora do Sempre Feliz, Márcia Resende trouxe um assunto essencial a vida das mulheres: submissão ao marido. “Muitas de nós aprendemos isso há muito tempo, porque então há ainda tanta dificuldade na vida das mulheres de obedecer?”, questionou Márcia Resende às convidadas, Helena Tannure, Ilma Cunha, Ana Paula Valadão e Devi Titus.
Helena Tannure foi a primeira a responder: ” Muitas vezes quando a mulher ouve que ela é a auxiliadora, pensa que a sua função está em segundo plano e é inferior ao do marido, mas na verdade ela ocupa um papel extremamente importante no cumprimento da vontade de Deus”. A líder do DT foi a segunda a abordar o assunto: ” Algumas pessoas acreditam que a submissão ao marido é uma consequência do pecado da queda do homem, mas na verdade é um princípio que Deus criou para a família antes mesmo que houvesse pecado”.
Devi Titus continuou o assunto dizendo que quando o principio de obediência é compreendido não há dificuldade, mas se torna algo comum e libertador na vida da mulher. O assunto prosseguiu com ensinamentos de que é necessário honrar e obedecer o marido, ainda quando ele não serve a Deus e que as solteiras devem escolher bem a homem que ela irá servir como esposa.
A submissão da mulher
O bate papo deu lugar ao momento da pregação com a psicanalista e doutora em psicologia, Ilma Cunha. A preletora informou que a mulher é especial desde o ventre e que nenhuma mulher veio a Terra por algum erro da natureza, mas por autorização de Deus. A mulher desempenha muitos papéis, afirmou Ilma, as funções de mulher, mãe, filha, esposa.
Segundo Ilma, a mulher da atualidade tem exercido muitas funções que a tem colocado em situações e lugares que não foram criados para ela e, por isso, muitos homens têm questionado o fato delas estarem autoritárias, sem meiguice e pouco carinhosas. A pregadora apontou a família como origem do comportamento e da personalidade da mulher. ” É na família onde alcançamos nosso fracasso ou o nosso sucesso”.
Ilma ensinou que pela ligação familiar, muitas pessoas carregam traumas do passado. E que, por isso, é necessário reconhecer as raízes das mágoas. Ela explicou a partir da passagem escrita em Efésios 1.17 que o Diabo criou a perversão e tem lutado para trazer esses valores para dentro da família. Disse ainda que o homem é a autoridade, mas o Diabo quando foi destruir o homem, foi até a Eva, para quebrar a hierarquia de honra.
Quando Deus foi conversar com o casal, primeiramente se referiu a Adão, porque ele representava a autoridade do lar, explicou. Ilma continuou ensinando que se o inimigo consegue fazer amizade com a mulher, ele acaba destruindo uma geração que poderá vir de dentro do ventre dela.
“Há muita feitiçaria gospel hoje dentro da igreja. Quantas mulheres têm aceitado os princípios do mundo dentro dentro do casamento, sem a consciência de que a rebeldia é como um pecado de feitiçaria?”, mas acrescentou afirmando que o avivamento virá de dentro da família, com mulheres que exercem o papel delas em Cristo: de obediência ao marido.
Ilma prosseguiu alertando que o fato das mulheres ocuparem lugares que não são próprios a elas, a ansiedade, depressão, exaustão muitas vezes passam a fazer parte da vida. “A obediência é reconhecer a autoridade”, enfatizou. Valorizar a figura masculina e dar lugar a autoridade do pai aos filhos, são deveres de uma mulher submissa. “A rebelião cria raízes na mente e quando há rebelião no coração é gerado a soberba e nós sabemos que Deus resiste aos soberbos”, concluiu.
Para fechar a grande noite, a intercessora Ezenete Rodrigues se ajoelhou ao chão e durante um clamor com lágrimas e súplicas pediu perdão junto a Igreja a Deus pelos pecados.
:: Érica Fernandes

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